Poesia di Álvaro de Campos by Fernando Pessoa, M. J. De Lancastre, A. Tabucchi

By Fernando Pessoa, M. J. De Lancastre, A. Tabucchi

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Frutos de ferro e ùtil da arvore-fabrica cosmopolita! Eia! eia! eia! eia-hô-ô-ô! Nem sei que existo para dentro. Giro, rodeio, engenho-me. Engatam-me em todos os comboios. Içam-me em todos os cais. Giro dentro das hélices de todos os navios. Eia! eia-hò! eia! Eia! sou o calor mecanico e a electricidade! Eia! e os raiìs e as casas de maquinas e a Europa! Eia e hurrah por mim-tudo e tudo, maquinas a trabalhar, eia! Galgar com tudo por cima de tudo! Hup-la! Hup la, hup la, hup-la-ho, hup-la! Hé-ha!

Quando tu entras baixam todas as vozes. Ninguém te ve entrar. Ninguém sabe quando entraste, Senao de repente, vendo que tudo se fecha, Que tudo perde as arestas e as cores, E que no alto céu ainda claramente azul e branco no horizonte, Ja crescente nitido, ou circulo amarelento, ou mera esparsa brancura, A lua começa o seu dia. II Ah o crepùsculo, o cair da noite, o acender das luzes nas grandes cidades, E a mao de mistério que abafa o bulicio, E o cansaço de tudo em nos que nos corrompe Para urna sensaçâo exacta e activa da Vida!

Con l’intelligenza, che è come un’antenna che fate vibrare! 45 Ah, conio todos os meus sentidos tèin ciò de vos! Adubos, debulhadoras a vapor, progresses da agricultural Quimica agricola, e o comércio quase urna ciència! O mostruarios dos caixeiros-viajantes, Dos caixeiros-viajantes, cavaleiros-andantes da Indùstria, Prolongamentos humanos das fabricas e dos calmos escritórios! Ó fazendas nas montras! ó manequins! ó ùltimos figurinosi O artiges inùteis que toda a gente quer comprar! Olà grandes armazéns com varias secçôes!

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